DIPLOMACIA INTERNACIONAL - Lula diz que Trump virou amigo após um pouco de conversa: "Não queremos guerra no continente"
- 18/12/2025
Presidente brasileiro detalha conversa com o líder americano e prega estabilidade regional; "Não queremos guerra no continente", afirmou Lula ao destacar a importância do diálogo entre as duas maiores potências das Américas.
BRASÍLIA, 18 de Dezembro de 2025 – Em uma declaração que pegou muitos analistas políticos de surpresa, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva comentou nesta quinta-feira sobre a evolução de sua relação com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Segundo Lula, após um início marcado por incertezas, o clima entre os dois líderes mudou drasticamente após uma conversa direta.
"O Trump virou meu amigo depois de um pouco de conversa", afirmou o presidente brasileiro, sinalizando que a diplomacia pessoal superou as barreiras ideológicas que muitos previam como intransponíveis.
O Foco na Estabilidade Regional
O ponto central da fala de Lula não foi apenas a relação bilateral, mas a segurança de toda a América Latina. Em um momento de tensões globais e mudanças de eixo de poder, o presidente brasileiro enfatizou que a prioridade deve ser manter a paz no território americano.
Os principais pontos destacados pelo presidente:
- Diálogo Direto: A importância de conversar olho no olho para desarmar preconceitos e alinhar interesses.
- Zona de Paz: O compromisso de evitar que conflitos externos ou disputas internas levem a escaladas militares no continente.
- Pragmatismo Econômico: O reconhecimento de que Brasil e EUA precisam um do outro para o crescimento econômico regional, independentemente de quem esteja no comando.
"Não queremos guerra"
A frase de Lula reflete uma preocupação com a soberania e o desenvolvimento. Ele reforçou que o Brasil não tem interesse em se alinhar a blocos que fomentem o confronto, mas sim em atuar como um mediador e parceiro comercial de todos os lados.
"A gente não quer guerra no continente. A gente quer que o povo viva bem, que o povo tenha emprego e que a gente possa negociar com o mundo inteiro sem precisar apontar arma para ninguém", declarou Lula.
Análise do Cenário
A aproximação entre Lula e Trump é vista como um movimento de mestre do "pragmatismo lulista". Ao garantir uma relação estável com a Casa Branca, o Brasil consegue:
- Proteção Comercial: Evitar barreiras tarifárias agressivas que Trump costuma impor a parceiros distantes.
- Liderança Regional: Consolidar-se como a voz que dialoga tanto com o Norte (EUA) quanto com o Sul (Mercosul e China).
- Investimentos: Atrair capital americano para projetos de infraestrutura e transição energética.
Embora as divergências em temas como clima e direitos sociais continuem existindo, o "pacto de amizade" parece ser a estratégia escolhida para atravessar o ano de 2026 com tranquilidade diplomática.
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