NA MIRA DA PF: Senador Weverton Rocha é Alvo de Operação Contra Fraudes no INSS
- 18/12/2025
Nova fase da Operação Metrovisão investiga esquema de inserção de dados falsos para concessão de benefícios previdenciários; agentes cumpriram mandados em endereços ligados ao parlamentar.
BRASÍLIA – O cenário político nacional foi impactado na manhã desta quinta-feira (18) por uma nova ação da Polícia Federal. O senador Weverton Rocha (PDT-MA) tornou-se alvo de mandados de busca e apreensão em uma fase desdobrada de investigações que apuram crimes contra a Previdência Social.
A operação busca desarticular uma organização criminosa especializada em fraudes no INSS, que teria causado prejuízos milionários aos cofres públicos por meio de concessões irregulares de benefícios.
O Esquema: Como Funcionava a Fraude
As investigações da Polícia Federal apontam para um esquema sofisticado de manipulação de sistemas internos. O grupo atuava na inserção de informações fictícias para garantir aposentadorias e pensões a pessoas que não preenchiam os requisitos legais.
Os principais pontos da investigação incluem:
- Inserção de Dados Falsos: Manipulação de tempos de contribuição e documentos.
- Corrupção Ativa e Passiva: Suposto envolvimento de servidores públicos e agentes políticos para facilitar o fluxo das fraudes.
- Lavagem de Dinheiro: Tentativas de ocultar os valores desviados do sistema previdenciário.
A Defesa do Senador
Através de sua assessoria, o senador Weverton Rocha negou qualquer envolvimento com atividades ilícitas e afirmou que está à disposição da Justiça para prestar todos os esclarecimentos necessários. A defesa sustenta que a operação é baseada em interpretações equivocadas e que a inocência do parlamentar será comprovada ao longo do processo.
O gabinete do senador em Brasília e endereços ligados a ele no Maranhão foram visitados pelos agentes federais para a coleta de documentos, computadores e dispositivos de armazenamento.
Desdobramentos e Impactos
Esta fase da operação é considerada crucial para identificar os "cabeças" do esquema, que se utilizariam da influência política para garantir a perenidade das fraudes. A Polícia Federal continua analisando o material apreendido e não descarta novas prisões ou depoimentos nas próximas semanas.
O caso segue sob sigilo de Justiça em algumas frentes, mas a repercussão no Congresso Nacional já levanta discussões sobre a ética parlamentar e a fiscalização de benefícios sociais.
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