CRUZEIRO REINVENTA O DITADO, SUPERA "COMBO DA BOMBONERA" COM UM A MENOS E FICA MUITO PERTO DA VAGA NAS OITAVAS
- 20/05/2026
Se quem não faz, toma... o Cabuloso mostrou que quem resiste com raça morde um ponto gigante na Argentina! Time de Artur Jorge arranca empate heróico por 1 a 1 contra o Boca Juniors, mantém a liderança do Grupo D e joga pelo próprio destino no Mineirão.
Por: Redação Canal do Nekinhas Belo Horizonte, MG — 20 de maio de 2026
Fala, nação azul! Fala, galera que acompanha o Canal do Nekinhas! Que noite e que jogo absurdo viveu o Cruzeiro na Argentina. Se jogar na mística La Bombonera por si só já é um desafio que faz tremer as pernas de muita gente, imagina encarar um "combo" completo de adversidades: gol sofrido cedo, pressão da torcida xeneize e, para completar, uma expulsão pesada no segundo tempo.
Pois é, meus amigos. O Cruzeiro não só resistiu a tudo isso como reinventou o famoso ditado do futebol. Fora de casa, a Raposa superou o Boca Juniors na raça, buscou o empate por 1 a 1 e voltou para Belo Horizonte com um ponto que tem sabor de vitória e deixa a classificação para as oitavas de final da Libertadores muito bem encaminhada.
O roteiro do drama e a resposta da Raposa
O jogo começou tenso. Sentindo a atmosfera do caldeirão argentino, o Cruzeiro viu o Boca Juniors tomar as rédeas e abrir o placar logo aos 15 minutos do primeiro tempo com o carrasco Merentiel. Naquele momento, parecia que a noite seria de puro sofrimento.
Mas o time comandado por Artur Jorge mostrou a maturidade que tem sido a marca desta temporada de 2026. A equipe se assentou em campo, suportou o abafa e voltou para o segundo tempo disposta a mudar o destino da partida. E mudou. Aos 11 minutos da etapa final, após grande jogada de Kaiki Bruno pela esquerda, o lateral Fagner apareceu de surpresa na área e bateu firme para balançar as redes, marcando o seu primeiro gol com a camisa estrelada. Tudo igual e festa azul na Argentina!
O teste de fogo: a expulsão de Gerson
Quando o Cruzeiro estava melhor e parecia perto de buscar a virada, veio o balde de água fria. O meio-campista Gerson acabou recebendo o cartão vermelho, deixando a Raposa com um jogador a menos em uma Bombonera incendiada.
Foi aí que entrou a tal "reinvenção do ditado". O roteiro clássico diria que o time brasileiro cederia à pressão e tomaria o gol no final. O Boca até tentou, o atacante Merentiel chegou a marcar um gol nos acréscimos aproveitando rebote, mas o lance foi anulado por irregularidade. Com uma dedicação tática impecável, desdobrando-se em campo e contando com a liderança de caras como Matheus Pereira e Fabrício Bruno, o Cruzeiro suportou a blitz dos argentinos e segurou o 1 a 1 até o apito final.
Contas para a classificação: dependendo apenas de si
Com o resultado heroico, o Cruzeiro se mantém na liderança isolada do Grupo D da Libertadores com 8 pontos, seguido de perto pelo próprio Boca Juniors, que tem 7.
Agora a conta é simples e joga a favor do Maior de Minas. A vaga será decidida na última rodada da fase de grupos, no dia 28 de maio, contra o Barcelona de Guayaquil, dentro do Mineirão. Com o apoio da Nação Azul, o Cruzeiro depende apenas das próprias forças para carimbar o passaporte para o mata-mata e, de quebra, garantir o primeiro lugar do grupo.
Antes de pensar no torneio continental, o elenco vira a chave para o Campeonato Brasileiro. No próximo domingo (24), o Cabuloso recebe a Chapecoense no Mineirão pela 17ª rodada, em busca de mais três pontos para seguir firme no topo.
E aí, torcedor? O que você achou da postura do time do Artur Jorge na Bombonera? Fagner calou os críticos? Deixe o seu comentário aqui embaixo e não se esqueça de se inscrever no Canal do Nekinhas para não perder nenhuma análise do Cabuloso!




