Na Mira de Moraes: Eduardo Bolsonaro tem interrogatório marcado por suposta coação no STF
- 31/03/2026
Por Redação Canal do Nekinhas 31 de março de 2026
O cenário político em Brasília continua fervendo. O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, marcou para o dia 14 de abril o interrogatório do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP). O parlamentar é investigado em um inquérito que apura suposta prática de coação no curso do processo e ameaças a autoridades.
A decisão de Moraes ocorre em um momento de extrema sensibilidade, logo após o ex-presidente Jair Bolsonaro ter iniciado o cumprimento de sua prisão domiciliar por motivos de saúde.
Entenda o Caso
O interrogatório faz parte de uma investigação que analisa declarações e postagens feitas pelo deputado, que teriam o objetivo de intimidar membros do Judiciário e obstruir o andamento de inquéritos que tramitam na Corte.
- A Acusação: A Procuradoria-Geral da República (PGR) analisa se as falas de Eduardo Bolsonaro ultrapassaram o limite da imunidade parlamentar e configuraram crime de coação, que ocorre quando alguém usa de violência ou grave ameaça para favorecer interesse próprio em processo judicial.
- A Defesa: Aliados de Eduardo afirmam que o deputado está sendo cerceado em sua liberdade de expressão e que as críticas ao STF fazem parte do exercício de seu mandato como representante eleito.
O Que Esperar do Dia 14 de Abril?
O interrogatório será presencial e Eduardo Bolsonaro deverá responder a questionamentos sobre a organização de atos e o financiamento de campanhas digitais que miram ministros do Supremo.
Diferente de outras ocasiões, o clima agora é de maior pressão, já que o cerco jurídico contra o núcleo político da família Bolsonaro tem se fechado com decisões rápidas e técnicas.
Repercussão no Vale do Aço
Para o eleitor de Ipatinga e região, que acompanha de perto cada passo da "Família 01, 02 e 03", a notícia caiu como uma bomba nos grupos de WhatsApp. Enquanto apoiadores falam em "perseguição política", críticos do deputado esperam que o depoimento esclareça os ataques às instituições.




