Fim de uma Era: Salah anuncia saída do Liverpool e próximo destino pode ser o futebol brasileiro
- 25/03/2026
Por Redação Canal do Nekinhas 25 de março de 2026
O mundo do futebol foi pego de surpresa nesta terça-feira (24) com um anúncio que marca o fim de uma das parcerias mais vitoriosas da história recente. O astro egípcio Mohamed Salah, de 33 anos, confirmou oficialmente que deixará o Liverpool ao final da atual temporada europeia. Após nove anos em Anfield, onde se tornou o "Rei Egípcio" e empilhou recordes, Salah decidiu que é hora de buscar um novo desafio.
"Infelizmente, o dia chegou. Vivi momentos inesquecíveis, mas sinto que meu ciclo em Liverpool se completou", declarou o atacante em comunicado emocionado.
Destino: Brasil? O Sonho de Minas Gerais
Embora o mercado da Arábia Saudita e da MLS (Estados Unidos) apareçam como destinos naturais pelo alto poder financeiro, um rumor começou a ganhar força nos bastidores da bola: a possibilidade de Salah desembarcar no futebol brasileiro.
Com a consolidação das SAFs (Sociedades Anônimas do Futebol) no Brasil, o nível de investimento subiu a patamares globais, e dois gigantes mineiros já aparecem no radar de especulações:
- Cruzeiro (SAF): Sob nova gestão e com o objetivo de recolocar o clube no topo do mundo, o Cruzeiro monitora grandes estrelas em fim de contrato. A vinda de um nome como Salah seria o "xeque-mate" para consolidar a marca internacional da Raposa.
- Atlético Mineiro: Conhecido por contratações bombásticas nos últimos anos (como Hulk e Diego Costa), o Galo possui uma estrutura de Arena (MRV) e investidores que poderiam viabilizar uma operação de marketing global para trazer o egípcio.
Os Números de uma Lenda
Salah deixa o Liverpool como um dos maiores artilheiros da história da Premier League. Em quase uma década, ele conquistou:
- Champions League
- Premier League
- Mundial de Clubes da FIFA
- Artilharias consecutivas
O Desafio Financeiro
Trazer Salah para o Brasil exigiria um salário astronômico, possivelmente o maior da história do continente. No entanto, o retorno em marketing, venda de camisas e patrocínios internacionais poderia tornar a operação viável para clubes com investidores pesados, como os de Minas Gerais.




