Justiça nega liberdade: Cantor Relber seguirá preso em Ipatinga após decisão do TJMG

  • 17/03/2026

Justiça nega liberdade: Cantor Relber seguirá preso em Ipatinga após decisão do TJMG

Por Redação Canal do Nekinhas 17 de março de 2026

O Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) indeferiu, nesta semana, o pedido de habeas corpus apresentado pela defesa do cantor Relber, que faz dupla com Allan. Com a decisão, o artista permanecerá custodiado no sistema prisional do Vale do Aço, onde está detido desde a última semana em decorrência de uma investigação que corre sob sigilo.

A defesa do cantor buscava a liberdade provisória ou a substituição da prisão por medidas cautelares (como o uso de tornozeleira eletrônica), alegando que não haveria riscos à ordem pública ou ao processo. No entanto, os desembargadores mantiveram a prisão preventiva.

Entenda o Caso

Relber foi preso durante uma operação policial que investiga supostos crimes de estelionato e lavagem de dinheiro. De acordo com as investigações preliminares, o nome do artista teria sido vinculado a movimentações financeiras atípicas.

  • Decisão do TJMG: O tribunal entendeu que a manutenção da prisão é necessária para o andamento das investigações e para evitar a possível destruição de provas ou interferência em depoimentos.
  • Sigilo de Justiça: Por se tratar de um processo em segredo de justiça, muitos detalhes sobre as provas colhidas ainda não foram divulgados oficialmente pelas autoridades.

Impacto na Carreira

A notícia da manutenção da prisão caiu como uma bomba no cenário sertanejo do Vale do Aço e do Leste de Minas. A dupla Relber & Allan é uma das mais tradicionais da região, com agenda de shows constante e grande base de fãs.

Até o momento, o parceiro Allan não se manifestou detalhadamente sobre o futuro da agenda da dupla, e as redes sociais oficiais dos artistas seguem com comentários restritos.

O Que Diz a Defesa

Em nota anterior, a equipe jurídica de Relber afirmou que o cantor é inocente e que todas as movimentações financeiras questionadas possuem origem lícita e comprovada. A defesa informou que pretende recorrer da decisão nas instâncias superiores (STJ), em Brasília, para tentar reverter a prisão.


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