Tragédia em Caldas Novas: Corpo de corretora mineira é encontrado e síndico confessa o crime

  • 28/01/2026

Tragédia em Caldas Novas: Corpo de corretora mineira é encontrado e síndico confessa o crime

Por Redação Canal do Nekinhas 28 de janeiro de 2026

O mistério que cercava o paradeiro da corretora de imóveis Daiane Alves Souza, de 43 anos, chegou ao fim da pior forma possível. Após 42 dias de angústia para a família, o corpo da mineira foi localizado na madrugada desta quarta-feira (28) em uma área de barranco às margens da rodovia GO-213, em Caldas Novas (GO).

O desfecho do caso veio acompanhado de prisões bombásticas: o síndico do prédio onde Daiane morava, Cleber Rosa de Oliveira, de 50 anos, confessou o assassinato. O filho dele também foi preso, suspeito de ajudar a ocultar o cadáver.

O "Crime do Subsolo"

Daiane desapareceu no dia 17 de dezembro de 2025. Naquela noite, ela gravou vídeos para uma amiga mostrando que apenas o seu apartamento estava sem energia elétrica — uma situação que, segundo ela, vinha acontecendo por perseguição. As últimas imagens de câmeras de segurança mostraram a corretora entrando no elevador e descendo ao subsolo para religar os disjuntores. Ela nunca mais foi vista.

  • A Confissão: Pressionado pelas evidências levantadas pela Polícia Civil de Goiás, o síndico confessou que matou Daiane após uma discussão acalorada no subsolo do condomínio.
  • Histórico de Conflitos: A investigação revelou que Daiane movia 12 processos judiciais contra Cleber, incluindo denúncias de stalking (perseguição), sabotagem de serviços de água e luz e até agressão física.
  • O Local do Corpo: Foi o próprio síndico quem indicou à polícia onde o corpo havia sido desovado, a cerca de 15 quilômetros do centro da cidade.

Uma Vida Interrompida

Natural de Minas Gerais, Daiane vivia em Caldas Novas e geria diversos imóveis no Condomínio Amethist Tower. Sua morte causou revolta entre amigos e familiares, que desde o início apontavam o comportamento agressivo do síndico como o principal motivo de preocupação. O caso agora deixa de ser tratado como desaparecimento e passa a ser um processo de homicídio qualificado e ocultação de cadáver.


Nota do Editor: O caso da Daiane é um alerta brutal sobre a escalada da violência em conflitos de vizinhança e o perigo do feminicídio. Aqui no Canal do Nekinhas, prestamos nossas condolências à família mineira da corretora. Que a justiça seja feita com o rigor que a gravidade desse crime exige.


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